Gravura, memória e cultura popular se encontram em dez estandartes do acervo do Museu de Arte da Pampulha. A exposição apresenta o conjunto Estandartes de Minas após seu restauro, devolvendo ao público uma pesquisa coletiva iniciada em 1974.
O fogo, o ar e a iminência da transformação atravessam esta leitura da obra de José Bento. Instalações e esculturas abrem perspectivas sobre a efemeridade, o risco e as relações entre arte e ambiente.
Pinturas de diferentes momentos da trajetória de Sebastião Miguel convivem em uma exposição que questiona a linearidade do tempo. Entre referências mitológicas, religiosas e artísticas, o passado se torna matéria viva do presente.
Colagens e naturezas-mortas aproximam imagens do corpo, gestos de reconstrução e reflexões sobre a efemeridade da vida. A mostra reúne trabalhos recentes de Silene Fiuza, com destaque para sua produção a partir da pandemia.
Um panorama da produção de Décio Noviello, do final dos anos 1960 a meados dos anos 2000, reúne pintura, serigrafia, escultura e desenho em diálogo com sua atuação na cenografia, no figurino e no carnaval.
Nenhuma curadoria nesta seleção.
Seleção do percurso curatorial. As páginas reúnem textos de apresentação, imagens de divulgação e referências institucionais de cada exposição.